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Caminhadas e apitaços vão destacar a conscientização na próxima sexta

Caminhadas e apitaços vão destacar a conscientização na próxima sexta

A próxima sexta (18) é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para conscientizar sobre o tema, nesse dia acontecerão caminhadas e apitaços em George Oetterer e na região central da cidade.

As ações são iniciativas do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), e serão realizadas em parceria com as secretarias municipais de Educação, Cultura e Esportes (SECE) e de Assistência e Desenvolvimento Social (SADS), escolas, projeto “Caminhando contra as drogas” e Guarda Civil Municipal de Iperó (GCM). Contarão ainda com o apoio da Secretaria de Meio Rural, Ambiente e Turismo (SERAT), que vai distribuir frutas aos participantes.

O objetivo é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, livres do abuso e da exploração sexual. 

George Oetterer: a caminhada e o apitaço começarão às 10h30, a partir da Escola Municipal “Professora Zilma Thibes Mello”, e percorrerão diversas ruas do bairro. Serão distribuídos panfletos durante o percurso. A mobilização retornará à Escola “Zilma”, onde haverá uma apresentação realizada pelo CREAS e GCM.

Região central: a caminhada e o apitaço começarão às 14h, a partir da Escola Estadual “Dr. Gaspar Ricardo Júnior”, e percorrerão diversas ruas centrais até chegar ao Polo Cultural. Também serão distribuídos panfletos durante o percurso. No Polo Cultural haverá apresentações de teatro e música organizadas pelos alunos do Grêmio Estudantil, seguidas pelas palestras do CREAS e GCM.

DIA NACIONAL – Instituído em 2000, por meio da Lei Federal nº 9.970, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes relembra o “Caso Araceli”. Em 18 de maio de 1973, com apenas oito anos, Araceli foi violentada e morta no Estado do Espírito Santo. O crime, apesar da natureza hedionda, continua impune até hoje.